Califórnia

Bitucas viram prancha

Para promover a ideia de um mundo mais limpo, o norte-americano Taylor Lane criou uma prancha feita com 10 mil bitucas de cigarro. A ideia surgiu em um mutirão de limpeza no norte da Califórnia (EUA), quando Lane percebeu que o lixo mais comum na praia eram as bitucas.

 

Isso o deixou furioso, mas ao mesmo tempo motivado para criar uma prancha e participar de um concurso promovido pela marca Vissla. As regras eram simples: construir uma prancha a partir de objetos reciclados. Após 200 horas de trabalho, 10 mil bitucas e algumas tentativas frustradas, Taylor ganhou a competição.

 

Agora, com a ajuda do cineasta Ben Judkins, ele pretende trazer esta história em um documentário. Lane quer mostrar os efeitos da poluição na praia e também dar a chance de alguns dos melhores surfistas do mundo descerem as ondas com a prancha-bituca.

 

Para produzir o filme, Taylor e Judkins esperam arrecadar US$ 20 mil em uma campanha de financiamento coletivo no site Kickstarter.

 

Confira acima o vídeo produzido pela dupla.

 

Foto de capa Divulgação

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)