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Final definida

A paraibana Diana Cristina e a catarinense Juliana Quint garantiram vaga na final do Brasil Surf Pro, que rola na praia de Geribá, Búzios (RJ).

Na primeira semifinal, a catarinense Gabriela Leite abriu a bateria com uma onda 8,3 pontos, mas Diana Cristina fez um 7, seguido de um 8,6 para avançar à final.

“A cada ano me sinto mais forte e experiente. As atletas no Nordeste passam por muitas dificuldades, é muito difícil chegar até aqui, por isso temos muita garra”.

Por uma diferença apertada, Juliana Quint tirou a atual bicampeã brasileira Suelen Naraísa da final por menos de 20 décimos.

A segunda etapa também marca a entrada das mulheres na disputa pelo “titulo” de Surfista Verde, ação dentro da plataforma da Petrobras Surfe Pelas florestas.

Cada onda que receber nota igual ou maior do que oito representa mais cinco árvores plantadas ao final da temporada. Suelen Naraísa, Diana Cristina e a Gabriela Leite terão 15 árvores em área de preservação da mata atlântica.

Sábado sem ondas – Neste sábado, após muita espera comissão técnica e atletas optaram por aguardar melhores condições do mar e uma nova chamada ocorre às 7 horas deste domingo.

A falta de ondas embaçou a disputa principal. Mas, os alunos da escolinha de surfe da Rocinha caíram na água para uma divertida disputa Tag Team, ao lado dos profissionais Jean da Silva, Tomas Hermes e Suelen Naraísa.

Mais informações sobre a disputa você encontra no site Waves.Terra ou na página da Fluir no Facebook.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.