Festival Agosto Negro mostra força do hip hop

Uma parceria entre a Prefeitura de São Paulo, produtores e artistas da cultura negra, reuniu diversos integrantes do movimento hip hop para a segunda edição do “Agosto Negro”, realizado no último dia 30 de agosto.

 

Mais de 40 mil pessoas lotaram o vale do Anhangabaú para ver Thaíde, RZO, 509-E e Z’África Brasil.

 

Desde 2002 essa parceria abre espaço para uma grande festa da comunidade negra, que demonstra o significado do respeito mútuo em suas rimas e atitudes.

 

Atualmente, o hip hop é uma das mais importantes manifestações culturais da juventude de São Paulo

 

“Agosto Negro” destacou sua importância com uma vasta agenda cultural que promoveu shows, debates, break dance e até mostra de cinema ligada à temática.  

 

Em 2003, com o tema “Hip Hop Salva”, o festival destacou a importância social do movimento hip hop que cada vez mais se firma como uma  alternativa de vida para muitos jovens do Brasil.

Para Thaíde, um dos percursores do movimento, a satisfação de tocar em um evento como esse é enorme. “Esse público que está aqui é a periferia. E é com eles que me sinto em casa”, disse.

 

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)