
A sétima etapa do ASP World Tour teve início nesta terça-feira em boas ondas de 1 metro em Trestles, Califórnia (EUA).
O Boost Mobile Pro oferece US$ 280 mil em prêmios e tem prazo até o próximo dia 16 para ser realizado.
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Os atletas brasileiros fizeram belas apresentações, mas apenas Adriano de Souza e Marcelo Nunes garantiram a vitória na estréia e a passagem direta para a terceira rodada da competição.
Entre os líderes do ranking mundial, a maioria venceu com folga suas baterias, com exceção do quinto colocado Taylor Knox, local de Trestles e uma das grandes esperanças da torcida.

Destaque para as atuações de Kelly Slater, líder isolado, Taj Burrow, vice-líder, Andy Irons, terceiro, Damien Hobgood, sexto, e Joel Parkinson, sétimo, todos com mais de 16 pontos somados.
Já os três convidados, Rob Machado, Jamie O?Brian e Dane Reynolds, não conseguiram vencer e disputarão a repescagem do Boost Mobile Pro, bem como os brazucas Pedro Henrique, Yuri Sodré, Paulo Moura, Raoni Monteiro, Victor Ribas e Peterson Rosa.
Na abertura do evento Mineirinho teve um duro confronto com o havaiano Bruce Irons, terceiro colocado com 8.33 pontos somados, e o sul-africano David Weare, segundo com 12.10.
Com manobras arrojadas e seguras, Adriano obteve notas 7.67 e 6.73 e totalizou 14.40 pontos, carimbando o passaporte direto para a terceira rodada. Na 11a bateria o potiguar Marcelo Nunes nem precisou de tanto para se juntar ao conterrâneo.
Com notas 6.17 e 6.40 ele somou 12.57 pontos e derrotou por uma pequena margem o norte-americano CJ Hobgood, autor de 11.93 e da maior nota da bateria, 7. Em terceiro lugar ficou o havaiano Pancho Sullivan com 8.46 pontos somados.
?É muito bom começar vencendo. Estou à vontade aqui em Trestles e espero chegar longe nesse campeonato. Aproveito para mandar lembranças aos meus familiares e amigos que torcem por mim no Brasil?, disse Nunes logo após sair da água.
Na oitava bateria um duelo de gerações entre o passado (mais que presente) e o futuro do surf norte-americano mobilizou as atenções: o hexacampeão Kelly Slater, 34, contra a promessa Dane Reynolds, 20. Da África do Sul, Greg Emslie era o terceiro elemento, mas incomodou.
No entanto, Slater provou (mais uma vez) que ainda é o senhor absoluto do esporte naquele país ? e no mundo, antes que alguém esbraveje. Com segurança e total controle nas manobras ele registrou notas 8.33 e 7.97, somando 16.30 pontos.
Reynolds não ficou intimidado e apresentou um belo arsenal de aéreos e reverses, além de rasgadas e batidas com pressão e estilo que resultarem em notas 6.50 e 8.10, totalizando 14.60. O segundo lugar valeu a oportunidade se aprender mais um pouco ao lado do mestre Slater.
Conhecido por sua determinação, Emslie buscou a classificação o tempo todo e registrou 14.36 pontos ao obter notas 7.23 e 7.13, mostrando que a África do Sul também tem referências sólidas paras as novas gerações.
Os australianos Joel Parkinson e Phill MacDonald realizaram as maiores pontuações da primeira rodada do Boost Pro. Parko totalizou 18 pontos e descolou um 9.5 na terceira bateria, que teve o aussie Darren O?Raferty em segundo (12.50) e Pedro Henrique em terceiro lugar (11.37).
E MacDonald somou 18.20 pontos e a maior nota do dia, 9.6, na 13a disputa. Em segundo lugar ficou Raoni Monteiro, que totalizou 16.27 pontos e poderia ter vencido algumas baterias com essa pontuação.
Para obter mais informações acesse aspworldtour.com ou boostmobilepro.com.