Puerto 5

Família Vaz desafia Copa

Na última quarta-feira, ondas maiores de 2 metros chegaram à cidade do Rio de Janeiro. Depois de procurar por toda a orla da zona Sul, Caio Vaz escolheu a praia de Copacabana para o treinamento.

 

Ao lado de seu pai Beto, Caio dropou de stand up paddle no posto 5, pico mais conhecido como Baixio e, segundo ele, a melhor opção quando o mar fica grande.

“O Baixio é um bom lugar para surfar uma onda maior de SUP. É tranquilo para entrar e se você não conectar no inside a onda é bem ladeira”, conta Caio.

De acordo com o surfista, a session durou a manhã inteira. O que não faltou foi sintonia entre ele e seu pai. Logo ao entrarem no mar, eles pegaram a mesma série.
 
“Meu pai pegou a primeira e eu remei na que vinha atrás. O mar estava grande e nós estávamos bem lá no outside. Ficamos muito tempo na onda, até que começamos a chegar ao inside”, relata o surfista de 17 anos.

“Sabia que o meu pai estava na onda da frente. Quando chegamos na beira as ondas triplicaram de tamanho, botei reto e fui explodido! Saímos da água e já vi o Pedro Fortes (fotógrafo) falando que tinha sido animal. Ninguém na areia esperava que droparíamos até o inside! Foi muito maneiro”, finaliza o atleta.

O surfista é cada vez mais destaque no cenário do SUP. Depois de conquistar o troféu de campeão Júnior paulista neste ano, ele ainda faturou o título do Estadual Carioca em Arraial do Cabo e da Associação da Barra da Tijuca.

 

Já no último domingo, Caio levou para casa o troféu de campeão em um campeonato de SUP em Ubatuba.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.