
A sala de imprensa é uma das áreas mais movimentadas do WCT Brasil, prova da elite do surf mundial que acontece na praia da Vila, Imbituba (SC).
Segundo a assessoria de imprensa do evento, cerca de 200 jornalistas e 60 veículos estão cobrindo a etapa brasileira da divisão de elite do surf mundial.
Com o adiamento das disputas pelo terceiro dia consecutivo, a mídia tem batalhado bastante para caçar pautas alternativas.
A baiana Diana Gomes, 26, repórter do jornal A Tarde, considera prazerosa a busca por matérias diferentes.

?É muito prático divulgar as notícias das baterias, fazer o básico. Mas é sempre mais original conseguir uma pauta diferente, entrevistas legais com atletas que poucas vezes vêm ao Brasil?, explica Diana.
Márcio Reinecken, 33, do jornal paranaense Gazeta do Povo, também não vê dificuldade para trabalhar nos dias de prova suspensa.
?Quando começa o evento, já converso com vários atletas e agilizo umas cinco ou seis pautas. E também acho mais sossegado trabalhar nos dias sem ondas, pois a gente não precisa ficar esperando as baterias terminarem no fim da tarde?, explica Márcio.
O carioca Bruno Bocayuva, 36, chefe de redação do canal Woohoo, segue a mesma linha, mas faz uma ressalva.
?Conseguimos entrevistas legais e de assuntos interessantes nos bastidores. O chato é que a gente nunca sabe o que vai acontecer no dia seguinte. Tem sempre aquela chamada às 7 da manhã, mesmo que o mar esteja pequeno?, comenta Bruno.
Gabriel Rios, 28, cinegrafista do canal pago Woohoo, passou por uma roubada nos primeiros dias do campeonato.
?Nossa câmera quebrou logo no segundo dia. Tivemos que pedir uma emprestada para trabalhar, foi muito complicado. Felizmente, hoje chegou uma nova?, conta o cinegrafista Gabriel Rios, 28.