
Quem acompanha o site Waves.Terra percebeu na semana passada que divulgamos e compartilhamos nossa alegria pela publicação das fotos de Sylvio Mancusi e Rosemiro Messiana na edição especial de fotos da Surfer Magazine.
Para muitos isso talvez não seja nada de mais. Mas, quem sabe para outros isso pode ter sido interessante. Independentemente das opiniões pessoais, publicamos a matéria pois não podemos esconder os fatos e gostamos de apoiar nossos surfistas em todas as situações.
Já nesta semana, ao chegar em casa e folhear a última edição da Surfing – edição especial para colecionadores para comemorar os 40 anos de

aniversário desta importante publicação norte-americana, pude perceber mais um “levante” à nossa nação, também para um dos surfistas mais carismáticos e guerreiros de nossa tribo.
Logo na abertura de uma matéria bem interessante, entitulada “Surfing Book of Records – The Surfers – uma bela foto em página dupla exibe o santista Fabio Franco, o menor surfista do mundo, ao lado de Atta Pai, justamente o surfista mais pesado do mundo.
Trata-se sem dúvida uma foto clássica , em que bom humor e um pouco de ironia transmitem o alto astral do nosso esporte. Na matéria, a Surfing pela terceira vez procura estabelecer e

divulgar alguns recordes do mundo do surf e, graças ao “grande” Fábio, o Brasil está presente.
Como o próprio autor da matéria descreve, depois de tentar entrar para o “Guinness Book” em 1996 como o menor surfista do mundo, disseram para o Fábio esperar na fila, atrás de milhares de novos candidatos em categorias diferentes e exóticas.
“Mas no livro de recordes da Surfing, Fábio não é só bem-vindo como faz parte de nossa família”. Traduzido ao pé da letra, esse trecho da matéria é sinal de que realmente Fabinho está conquistando seu espaço, não só nas praias como até na mídia internacional.
Ele talvez esteja sendo mais reconhecido no exterior do que no Brasil. Seria legal se não só a mídia brasileira como também as marcas do setor se tocassem e apoiassem mais ainda a carreira do “Little Man”, pois o cara é superdedicado e, sem dúvida ama o esporte.
Além disso, ele provou na última temporada que está evoluindo. Pegou altas bombas de tow-in com Garret McNamara em Phantons; foi o grande destaque de um programa de TV aberta em horário nobre sobre o North Shore; e também foi a grande atração no Bufalo Classic, tradicional evento de surf em Makaha.
Por isso, Fabinho é realmente um surfista que deve ser apoiado, principalmente no país de origem.
Mas, de qualquer forma, se o Guinness Book não quis oficializá-lo em 1996 como o menor surfista do mundo, oito anos depois a Surfing reconheceu Fabio “Liittle Man” Franco, santista de 40 anos. Parabéns, Fabinho.
A revista traz ainda informações interessantes. Para aqueles que raramente conseguem acesso às revistas gringas, aí vai alguns dos recordes: eles consideraram Randy Rarick o surfista que mais viajou – cerca de 120, tendo surfado em mais de 60.
Martin Dale, dono do Indian Trades da Quiksilver, foi considerado o maior descobridor de picos. Segundo a matéria, ele foi o primeiro a surfar Mentawaii, fora West Java e Panaitan no inicio dos anos 80.
Depois disso, ele fuçou a América Central e, recentemente, descobriu algumas ondas na costa da África.
Tom Curren é tido como o surfista que mais venceu campeonatos até hoje. A australiana Jennifer Hawkins, 20 anos, foi eleita a surfista mais sexie. Enquanto o surfista mais velho do planeta é Woody Brown, 92 anos e que ainda surfa em Maui, onde vive.
“Live to surf, surf to live”. Aloha.
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