Estudar é fundamental para crescer na carreira

Oi galera!

 

Depois de viajar para vários campeonatos, estou me dedicando mais aos estudos.

 

Ainda tenho cerca de cinco eventos até o final do ano, mas quero ir bem neste quarto bimestre.

 

Sempre fui muito bem na escola e não vai ser agora que vou piorar. Mas, quando tem muitas competições, acabo faltando às aulas e perdendo provas.

 

Quando volto para casa sempre recupero os deveres atrasados e faço provas e testes numa segunda chamada. Às vezes os professores me ajudam e consigo fazer trabalhos para tentar recuperar uma nota.

 

Para minha sorte, o pessoal na minha escola me ajuda bastante na minha “carreira” de surfista. Não quero fazer como a maioria dos atletas que conheço.

 

Quase todos pararam de estudar. Sei que a vida é bem corrida, cheia de viagens e competições. No ano que vem estarei na oitava série e vou continuar estudando até completar o segundo grau.

 

Depois pretendo prestar vestibular e terminar a faculdade. Nem que eu tenha que mudar de cidade, não vou deixar os estudos de lado.
 
Alguns atletas de Matinhos acham que podem viver do surf e estudam por estudar, ou até já pararam. Eles não pensam que mesmo vivendo do surf, o estudo é fundamental para conseguirmos cuidar da vida, do dinheiro e da carreira.

 

Na minha opinião, nos campeonatos amadores todos atletas deveriam apresentar o boletim de notas. Quem não mostrasse não poderia disputar! Quem sabe a fama de burro que nós surfistas temos seria diferente!
 
Beijos

 

Bruna

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.