Mais uma temporada em Puerto, não mais tão ?Escondido? assim, e desta vez me assustei com o crowd, tanto na areia como na água.

 

Se as ondas não fossem tão boas daria para perder a vontade de surfar por lá.

 

Em dias de ondas pequenas o crowd fica insuportável. Durante fins de semana a situação se agrava e praticamente não dá pra surfar.

 

São tantos remando para mesmo objetivo que fica difícil dropar uma onda sozinho. Mesmo assim não se deve perder o respeito, paciência e atitude no momento certo.
 
Antes muy tranquilos, agora nem tanto, os locais agüentaram bastante. Presenciei surfers mais de uma vez sendo colocados pra fora da água e do pico pela promoção de shows à parte. Antes fosse surfando.

 

Meu protesto é por respeito no pico, por mais tentadora que a onda pareça ser. Porque é triste presenciar gritos desnecessários e interferências sem medir conseqüências naquele espetáculo tubular da natureza

 

Quando o mar cresce, a coisa muda de figura. O número de ?aparecidos? no mar diminui consideravelmente. Aí, é só esperar.

 

Clique aqui para ver a galeria de fotos de André Mi Deus em Puerto Escondido

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)