
No último feriado, a Escola do Pirata, localizada em Pitangueiras, Guarujá (SP), foi surpreendida por um fiscal do Conselho Regional de Educação Física.
Ele pediu para conversar com o professor responsável e queria conferir a documentação da escola.
Como Alcino Pirata está no Hawaii, sua esposa Maria Gabriela, psicóloga e proprietária, o representou.
Maria Gabriela apresentou os certificados concedidos pela International Surfing Association (ISA), que controla o ensino do esporte mundialmente, bem como o CREF do Conselho de Educação Física,

álvara de funcionamento e certificado de primeiros socorros.
Para funcionar de acordo com a lei, a escola também tem que ser filiada à Confederação Brasileira de Surf (CBS), e no caso das paulistas, à Federação Paulista (FPS).
De acordo com Pirata, as escolas no Brasil possuem boa estrutura, mas é importante que os alunos também estejam atentos à documentação para não correr riscos durante as aulas.
“Cada vez mais teremos que trabalhar em ordem para formarmos surfistas com qualidade e segurança. Porém, ainda existem escolas de fundo de quintal que podem causar riscos aos praticantes”, diz Pirata.
Pirata possui a escola há cerca de 10 anos e esta foi a primeira vez que recebeu a visita de um fiscal. “Achei fantástico. Minha escola é toda legalizada, pago todos os tributos, tenho todos os certificados e procuro sempre melhorar a técnica de ensino e investir em pranchas adequadas para a iniciação ao esporte”, explica.