Alas Tour

Ernesto briga pelo bi

Depois de brilhar na Colômbia, Ernesto Nunes luta pelo título na Costa Rica. Foto: Agustin Muñoz.

Neste fim de semana, o pernambucano Ernesto Nunes parte para o tudo ou nada no circuito latino-americano de surf.

 

Ernesto chegou a Jacó, Costa Rica, ocupando a terceira posição no ranking e precisando de um bom resultado para conquistar o bicampeonato.

 

O venezuelano Francisco Bellorin está na frente, seguido pelo mexicano Diego Cadena. Ernesto descarta um 17o lugar e precisa chegar à final em Jacó para erguer a taça.

 

“Fiquei três meses sem surfar devido a uma lesão no joelho e voltei como o Fanning (risos). Venci a etapa no México e fiquei em terceiro na Venezuela e Colômbia”, conta o pernambucano.

 

Além dos resultados citados acima, Ernesto obteve o quinto lugar no

Ernesto em ação na Colômbia. Foto: Agustin Muñoz.

Pananá e Argentina, ficou em nono Chile e em 17o no Equador.

 

Há duas semanas, Ernesto brilhou em Pico de Loro, Colômbia. “Para chegar ao campeonato tinha que pegar um vôo até Bogotá, outro para Medellin e outro para Nuqui. Depois, uma lancha durante uma hora para as cabanas, que ficam a uma hora do pico”, diz Ernesto.

No campeonato, ficávamos no bote o dia inteiro e só os juízes na praia. Foi animal, parecia o Tahiti (risos). O ruim foi que passei muito mal por ficar no bote, vomitava direto (risos)”, conclui o atleta.

 

Em Jacó, o pernambucano está na casa do amigo Thiago, brasileiro residente na Costa Rica há três anos.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)