Oi!

 
Estou de férias em Matinhos (PR)! Terminou o primeiro semestre de aulas e para quem saiu atrás – viajando e competindo por vários lugares – até que terminei na frente.
 
Não tive nenhuma nota vermelha. Como estou no segundo grau, acho fui bem bem.
 
E nos campeonatos, nem acredito no que já rolou. Fui para o Peru, depois Rio Grande do Sul, Bahia, São Paulo, Santa Catarina e Austrália. Foram muitos!
 
Estou em primeiro lugar no circuito brasileiro amador e também no brasileiro profissional da divisão de acesso. Irado, né?
  
No domingo passado rolaram altas ondas. Surfei cedo e no fim de tarde. Saí do mar  e à noite. Mas, valeu. Aí a Monik Santos chegou de Floripa. Ela vai passar uma semana comigo aqui em casa. Somos adversárias mas nos damos muito bem.
 
A Vic, que também surfava comigo e foi morar em Londrina, chegou também! Está a maior festa aqui e finalmente posso descansar e curtir. Campeonato e as aulas voltam juntos em agosto e eu ainda quero viajar muito neste ano e ficar com um dos títulos brasileiro.
 
Agora, começa outra história na minha correndos os campeonatos profissionais e será legal. Por falar em ser pro, estou muito feliz com minha pele, meu corpo e a minha alimentação. Muita coisa mudou em casa desde que conheci a doutora Katarina, minha nutricionista, a dermatologista Márcia e também a doutora Helga, da Apparenza.
 
É bem legal ir nas consultas e cuidar de mim. Sinto a diferença na água e nas competições. Como no próximo dia 5 é o dia Nacional da Saúde, fica o toque!
 
beijo
 
Bruna

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)