Oi, galera!

 

Hoje fui para aula buscar o meu boletim! Não fiquei com nenhuma nota vermelha, mas também não tive nenhuma acima de 7. No último bimestre, viajei muito e perdi algumas aulas importantes.

Mas, não dá nada, já estou detonando neste bimestre e vou deixar minhas notas todas no azul! Quando não tem campeonato eu não saio de Matinhos de maneira alguma.

 

É que eu não gosto de faltar às aulas e as ondas sempre rolam de manhã. Por isso o negócio aqui é surfar de manhã e estudar à tarde.

E hoje de manhã foi bem legal. A Alzira Furacão (minha mãe), começou a me tirar da cama lá pelas 7 da madrugada. Aí liguei para o meu técnico, o Tusca, que estava em Matinhos e fomos surfar. Peguei boas direitas e esquerdas na praia Brava.

Amanhã o Tusca viaja para a França, porque ele vai acompanhar o Jihad e os outros atletas brasileiros nas etapas do WQS. Então, ele veio me dar tchau, surfar junto e, como sempre, aproveita para filar um almoço na minha casa.

 

O próximo campeonato que disputarei acontece em agosto. É o Petrobras. Depois tem o Brasileiro Amador, em Ilhéus, e estamos esperando confirmar mais algumas etapas do campeonato paranaense.
 
Beijos e estudem bastante!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)