Reef Hawaiian Pro

Dupla cresce em Haleiwa

Alejo Muniz avança à terceira fase do Reef Hawaiian Pro. Foto: © ASP / Kirstin.

Nesta terça-feira, foram disputadas as baterias pendentes da segunda fase e os três primeiros confrontos da fase seguinte do Reef Hawaiian Pro, etapa de status Prime do WQS que rola em Haleiwa, Hawaii.


Clique aqui para ver as fotos


Clique aqui para ver o vídeo

 

Em ondas de 1 metro e séries demoradas, Messias Félix e Alejo Muniz honraram o Brasil na água e avançaram para a fase de estreia dos principais cabeças-de-chave da prova.

 

Alejo foi o primeiro a entrar em ação e somou notas 5.00 e 5.43 para seguir atrás do local Torrey Meister, deixando em terceiro o havaiano Ian Walsh e em quarto o sul-africano Royden Bryson.

 

No duelo seguinte, o campeão brasileiro Messias Félix não deu mole aos adversários e obteve 3.67 e 5.27 na vitória sobre os espanhóis Jonathan Gonzalez, das Ilhas Canárias, e Aritz Aranburu, do País Basco, bem como o local Dege O’Connell.

 

Além de Alejo Muniz, outros brasileiros que estão mais próximos da zona de classificação para a divisão de elite do surfe mundial são o paulista Wiggolly Dantas, o carioca Raoni Monteiro e o catarinense Willian Cardoso.

Raoni está na oitava bateria junto com o paulista Hizunomê Bettero e o carioca Yuri Sodré, com o americano Chris Ward entrando na briga por duas vagas contra os três brasileiros.

 

Willian estreia na seguinte com o uruguaio Marco Giorgi e dois havaianos, Granger Larsen e Makuakai Rothman.

 

Wiggolly encara o irlandês Glenn Hall, o taitiano Alain Riou e o campeão mundial de 1999 Mark Occhilupo.

 

Ainda na terceira fase, representam o Brasil Gabriel Medina, Pablo Paulino, Bernardo Pigmeu, Miguel Pupo, Thiago Camarão, Rodrigo Dornelles e Heitor Alves, que já está praticamente garantido na elite em 2011.

 

Na quarta fase, entram em ação Jadson André e Neco Padaratz.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)