Duelos começam em Fiji

O Roxy Pro foi iniciado neste domingo, nas famosas esquerdas de Cloudbreak, Ilhas Fiji.

Válida como a segunda etapa do WCT, a prova distribui US$ 78,3 mil e tem prazo de encerramento até 29 de abril.

 

Em boas ondas de até 2 metros, a hexacampeã mundial Layne Beachley estragou uma dobradinha brasileira.

Nos instantes finais da quinta bateria, Layne pulou da terceira para a primeira posição, deixando Silvana Lima em segundo e Jacqueline Silva em terceiro.

Layne teve 8.10 e 6.00 em suas duas melhores ondas, contra 8.50 e 5.25 de Silvana e 7.75 e 6.00 de Jacqueline.

Com o resultado, Layne e Silvana avançaram para a terceira rodada, enquanto Jacque foi para a repescagem.

A catarinense deu a volta por cima e marcou notas 7.75 e 6.25 para seguir atrás da havaiana Rochele Ballard, eliminando a francesa Caroline Sarran.

Na terceira rodada, Silvana Lima enfrenta a aussie Samantha Cornish, enquanto Jacque mede forças com Melanie Redman-Carr, também da Austrália. 

Atual campeã da prova, a peruana Sofia Mulanovich começou muito bem, vencendo a havaiana Keala Kennelly e a norte-americana Julia Christian.

Outras atuações de destaque da primeira rodada ficaram por conta das australianas Chelsea Georgeson e Jessi Miley-Dyer.

Jessi descolou notas 9.75 e 6.50 na primeira bateria do dia. Chelsea também não deixou barato e totalizou 16.75 pontos em vinte possíveis na quarta bateria.

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Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)