Local do Matadeiro, Cauê Wood corre atrás de um bom resultado na etapa de abertura do King of the Groms 2007. Foto: Wood brothers.

Neste fim de semana a praia do Matadeiro, em Florianópolis (SC), recebe a primeira etapa do Quiksilver King of the Groms Series, seletiva sul-americana para o maior evento sub-16 do mundo.

 

Além do Matadeiro, mais duas praias da ilha estarão aptas a receber o evento, que possuirá estrutura móvel para ser disputado nas melhores condições.

 

Dependendo das ondas, o evento poderá acontecer também nas praias do Morro das Pedras e Caldeira.

 

?Vamos monitorar o swell e analisar as melhores condições destas praias?, afirma Piu Pereira, organizador do evento.

 

Visual da praia do Matadeiro, Sul de Florianópolis (SC). Foto: Wood brothers.

?Todas estas praias ofereceram um bom potencial para a molecada soltar o surf, e a época do ano também é bem favorável?, conclui Pereira.
 
O campeão de cada etapa conquistará uma vaga para a final do ?King of the Groms?, programada para acontecer entre 31 de julho e 5 de agosto em Capbreton, França.

 

Os vencedores também receberão passagens aéreas para França, hospedagem e alimentação durante os dias do evento. A segunda etapa acontece no Rio de Janeiro, nos dias 16 e 17 de junho.

 

A inscrição para a primeira etapa custa R$ 60 e pode ser feita até a próxima quinta-feira, 24, na Fecasurf. Para obter mais informações entre em contato pelo telefone (0xx48) 3324 1880 ou acesse o site da entidade.
 
Formato Skins
 
Comum nos Estados Unidos e Austrália, esse formato traz para estas seletivas um formato mais dinâmico e competitivo. O evento acontecerá em duas fases, uma no sábado e outra no domingo.

 

No caso de fechar com 64 inscritos, o formato será com 16 baterias com quatro competidores cada por round. Assim, todos terão no mínimo duas chances ? uma em cada round – de faturar o caneco do evento.

 

Os vencedores de cada bateria voltam pra água nas baterias subseqüentes, a partir da terceira bateria, elas serão formadas por cinco atletas. A cada vitória o competidor ganha R$ 100 e a chance de voltar pra água ainda na mesma fase, todos com chances iguais de vencerem nove baterias nos dois rounds de disputa.

 

No final dos dois dias, o atleta que tiver vencido mais baterias será declarado campeão. No caso de empate, os atletas voltam para água, decidindo em uma bateria especial quem vai à França. Para efeito de desempate, nas demais colocações serão distribuídos pontos por colocações nas baterias: 1º = 100 pts; 2º = 50 pts; 3º = 30 pts; 4º = 20 pts; e 5º = 10 pts.

 

As baterias terão 15 ou 20 minutos de duração e o surfista terá o direito a surfar dez ondas, mas apenas uma onda somará. O competidor deve escolher a sua onda levantando as duas mãos sobre a cabeça. Após a onda escolhida ele deve imediatamente sair da água.

 

Ele tem no máximo 10 segundos para decidir se escolhe a onda. Se o surfista surfar outra onda e/ou remar de volta para o fundo, após ter escolhido uma onda será automaticamente desclassificado.

 

No caso de nenhum surfista escolher uma onda na bateria, o surfista que tiver a maior nota na última onda avança. No caso dos quatro levantarem a mão antes do término do tempo, a bateria estará automaticamente encerrada. Assim, o competidor deverá sempre estar atento para um adiantamento do cronograma.

 

Mais informações no site internacional do King of the Groms.

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)