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Downwind no Brasil

Por Gustavo “Ratones”

Este vídeo mostra um pouco do potencial que temos em Búzios para a prática do downwind e o quanto podemos fazer crescer essa modalidade no Brasil. Já temos bons locais mapeados para um downwind de primeira e tive a oportunidade de conhecer alguns.

Sempre que entra uma boa condição vou treinar em Búzios que é o melhor local aqui do Rio, onde vivo. Em são paulo fiz um downwind de primeira em Ilhabela com o pessoal do Paddle Club. Outro local que não posso deixar de mencionar é o Ceara. Passei uma semana por lá fazendo downwinds incríveis. O estado é provavelmente o melhor local que temos para downwinds e um dos melhores do mundo, permitindo longas travessias a favor do vento.

Atualmente estou desenvolvendo pranchas de downwind para as nossas condições. Ja testei vários tamanhos e modelos para a nossa realidade de ventos e ondulações. Essa que estou usando no video é a DA WIND 14′, que melhor se adaptou aos nossos bumps. A prancha possui um sistema de leme, que ajuda na conexão dos bumps e correção da remada quando o vento não está tão alinhado.

Atualmente tenho me dedicado a realizar travessias e a praticar downwind e há alguns anos viajo no mês de julho para o Hawaii para treinar e também participar de provas de lá. Aproveito para estudar pranchas e equipamentos. São referências muito importantes que me ajudam tanto em meus treinos por aqui, como no desenvolvimento do equipamento correto para evoluir na modalidade! Acredito que o downwind irá crescer bastante no Brasil em 2015 e pretendo desbravar novos lugares, pois nosso país tem muito potencial.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)