
1 de junho de 2004. Acordei sentindo que o vento ainda estava atravessado e com uma temperatura bem diferente da que costuma estar nesta época do ano.
Arrumei o carro correndo e fui tentar a sorte no lado leste da Ilha de Bali, o lado onde rolam as direitas. Da areia já vi que as ondas estavam entrando a rolar e que não tinha ninguém na água.
Quando eu ia entrando com a Virgínia, bodyboarder que mora atualmente na Austrália, um aussie aproveitou a nossa carona e foi para o pico sem entender muito do lugar, pois era o seu segundo dia em Bali.

Por quase duas horas nós três desfrutamos de ondas perfeitas, bem lisinho de terral e com uma chuva fininha que nem incomodava. Voltei para o fim de tarde levando além da Vi, o Fred D’Orey e o Beto Saboya.
Chegando lá, o pico já estava mais freqüentado, e Guillermo, de Curitiba, que também mora na Austrália, passava entocado nas paredes lisinhas.
O por do sol montou a química perfeita, para encerrar com uma luz linda o fim de tarde balinês.
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