Minha primeira viagem desde que cheguei na Indonésia foi para a cobiçada Grajagan, mais conhecida como G-land.

 

Depois de dez dias no paraíso das esquerdas, estou de volta a Bali.

 

Fui com minha amiga Fernanda e ficamos no surf camp G Spot, no qual eu já havia ficado no ano passado.

 

Este começo de temporada ainda está meio devagar de ondas.

 

Nunca tinha visto chover em G-land e dessa vez choveu quase todos os dias, o que me impediu de fazer as corridas pelas trilhas, pois era tudo lama.

 

Mas demos sorte e por ser início de temporada G-land estava vazia.

 

Nos primeiros dias o mar estava marola e mesmo assim consegui quebrar minha 6’2 ao meio. Que triste, uma prancha que eu tanto amava.

 

Felizmente pegamos um swell de dois dias que deu séries de 4 pés em Lauching Pad
e Spediees, as últimas seções da bancada e também as melhores, onde a onda fica bem rápida e tubular.

 

Consegui pegar boas ondas, mas fiquei com o gostinho de ver G-land realmente bombando. Ainda volto lá este ano.

 

A Fê deu aula de yoga e tudo, de frente pro pico, foi muito astral. Agora estou de volta a Bali e já planejando a próxima viagem, que vai ser para Sumatra. Parada é que não dá para ficar.

 

Vou comprar uma pranchinha e partir em busca das ondas. Mando notícias quando decidir para onde irei. A Indonésia tem tanta onda que fica até difícilM«¡¼olher entre tantas opções.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.