Mini Tank

Bruno Lemos detona em V-Land

Certa vez, fui para o Hawaii e como eu já tinha contato com o fotógrafo e cinegrafista Bruno Lemos, ele me pediu para levar uma prancha que o Udo Bastos, se eu não me engano, tinha shapeado para ele. Era uma prancha engraçada, não era uma funboard, e parecia mais um mini longboard progressivo, isso lá no início dos anos 2000.

 

Depois disso, conversamos sobre a possibilidade de uma ajuda com imagens para o meu documentário “Na Real”. Bruno Lemos conhecedor das dificuldades financeiras de patrocínio da produção de um documentário, ajudou-me prontamente. Recebi as imagens e não acreditei na performance dele V-Land, com a prancha que eu tinha levado do Brasil. Além de excelente profissional das imagens, Bruno manda muito bem nas ondas.

 

Depois de mais de dez anos, a galera parece ter descoberto o prazer de surfar uma mini-tank. Aqui no Brasil, foi muito difundida pelos surfistas de longboard, que na busca de uma mini model para sustentar o surf de pranchão, acharam nesse modelo, uma boa opção para fazer manobras de rabeta e ainda deslizar sobre o bico da prancha.

 

Na verdade as mini-tanks são muito difundidas nos EUA. Um dos seus precursores foi o shaper Donld Takayama, que desenvolveu esse modelo nos meados dos anos 60. Ele é realmente um longboard em tamanho reduzido, muito veloz, por não ter muita curva. Takayama no decorrer dos anos, foi aprimorando o design da prancha, e hoje você tem a possibilidade de usá-la como uma quadriquilha, a prancha fica realmente muito solta, com as possibilidades de configuração de quilhas. O modelo que o Donald Takayma desenvolveu é chamado de Scorpion.

Para os amantes do longboard ou para aqueles que desejam diversão pura, a prancha mini Tank é uma opção obrigatória. Vale apena ter uma em seu quiver…

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)