Rolou nos dias 18, 19, 20/11, a quinta e última etapa do circuito brasileiro 2006. O evento rolou em ondas de meio metro e reuniu alguns dos melhores atletas do Brasil.

 

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A prova aconteceu na praia do Pecado, Macaé (RJ) e também contou pontos para os circuitos latino americano e mundial.

 

Um lance polêmico aconteceu nas semifinais da categoria feminino Pro. A bateria foi disputada entre Naara Carolyne – campeã da etapa, Jéssica Becker, Cristiane Kale e Isabela Sousa.

 

A capixaba Cristiane liderava a bateria e cometeu interferência em cima da cearense Isabela Sousa, com isso foi para a quarta posição.

 

Naara assumiu a liderança enquanto Jéssica Becker – em segundo – e Isabela Souza brigavam pela vaga. Foi quando surgiu o lance polêmico.

 

Uma disputa de onda entre Cristiane e Jéssica fez a capixaba refugar sua entrada na onda para deixar Jéssica passar. Na sequência, cada uma foi para um lado, Becker pra esquerda e Kale para direita.

 

De acordo com alguns atletas, o ocorrido foi uma interferência clara da camiseta preta – Jéssica Becker, em cima da vermelha – Cristiane Kale. Isso classificaria Isabela Sousa, que brigava pelo título.

 

“O que vi foi uma interferência de bloqueio da Jéssica em cima da Cristiane. Inclusive, a Cris podia ter virado a bateria naquela onda. Ela precisava de uma nota seis e a onda abriu inteira.

 

Não existia esquerda e a Jéssica impediu a Cristiane de pegar a onda que era dela, estava melhor posicionada e no pico”, disse Soraia Rocha, bicampeã mundial.

 

O diretor técnico da prova, Francisco Garritano, negou-se a ver a imagem do momento polêmico. Seu argumento foi que, pelas regras do COB – Comitê Olímpico Brasileiro, os juízes não podem olhar imagens extra-oficiais.

 

Mesmo imagens oficiais devem ser feitas a partir do mesmo ângulo de visão dos juízes. Segundo Rogério, que fala em nome do quadro técnico, foi uma situação normal:

 

“O julgamento do bodyboard é subjetivo, por isso os critérios de interferência devem ser objetivos. Se Cristiane tivesse forçado a entrada junto com Jéssica, o quadro seria outro, poderia ser interferência.”, declarou Rogério.

 

 O camera man do canal Woohoo concordou em apresentar as imagens ao quadro técnico, que negou-se a olhar. O momento está a disposição dos internautas do WavesBB, para que tirem suas próprias conclusões.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.