Surf na selva

De olho no Guiness

Na próxima segunda-feira, 20 de junho, o surfista paranaense Sergio Laus parte em uma aventura diferente e audaciosa, buscando homologar duas inéditas marcas no livro dos recordes, publicação mundialmente conhecida como “Guinness Book”.

 

O objetivo é surfar por pelo menos 50 minutos o fenômeno da pororoca, considerada mundialmente como a onda mais longa do mundo.

 

Para registrar o feito, Luiz Fernando Pedroso – superintendente das publicações Ediouro, distribuidora do Guinness Book no Brasil, estará presenciando e coordenando todas as ações de Laus e sua equipe.

 

“Temos no Guinness Book apenas o recorde de 9 km surfando sem parar. Porém, queremos estipular o maior tempo de um surfista deslizando sobre uma onda”, diz Pedroso, representante da publicação inglesa.

 

Na próxima quinta-feira, 16 de junho, acontece na FNAC – Curitiba, do Park Shopping Barigui, uma coletiva de imprensa da Expedição Surfando na Selva – Pororoca “Guinness Book”.

 

Nela serão apresentados os projetos, a expectativa, a preparação física, o Guinness Book, as dificuldades e o encontro com a onda que quase tirou a vida de Laus, em 2003, quando foi pego por uma onda de três metros de altura em pleno rio Araguari.
 
Para estas e outras informações, Laus e sua equipe estarão recebendo toda mídia impressa e eletrônica para um bate papo descontraído e interativo, mostrando as riquezas do projeto que leva à população educação ambiental e informações sobre as ondas de maré, internacionalmente conhecidas como “Tidal Bores”.
 
Depois de passar por grandes dificuldades na captura de patrocínios, Laus e a equipe Surfando na Selva conseguiram o apoio do Governo do Estado, através da Paraná Esporte para a viabilização do projeto.
 
Agora a equipe formada pelo cinegrafista Vinicius Sguarezi e o fotógrafo Carlos Henrique Martim, estará pronta para registrar todos os momentos do surf na selva e as belezas da Amazônia, junto com os presidentes Antonio Barbosa “Maninho” e Noélio Sobrinho, da Federação Paranaense de Surf (FPS) e Associação Brasileira de Surf na Pororoca (Abraspo), respectivamente.
 
A Expedição Surfando na Selva – Pororoca “Guinness Book”, embarca para o Amapá na segunda-feira, saindo de Curitiba (PR) com destino a Macapá, para em seguida enfrentar cinco horas de carro rumo à pequena cidade de Cutias do Araguari e depois longas 12 horas navegando no rio Araguari para a Pousada Pororoca do Araguari, local onde acontece uma das pororocas mais temidas do Brasil.
 
A equipe Surfando na Selva – Pororoca “Guinness Book”, conta com o patrocínio do Governo do Estado do Paraná, através da Paraná Esporte, que tem como Ricardo Gomyde, e da Rede de Comunicação Ambiental EcoTerra Brasil, através do Eng. Rubens Slaviero Filho.

 

O co-patrocínio da Goofy, Red Beach, Auckland Surfboards, Vert Side e Spy Sunglasses. Apoio: O’Gio, Pro-Lite, Jovem Pan – Curitiba e Waves.Terra. Supervisão da Federação Paranaense de Surf (FPS), Associação Brasileira de Surf na Pororoca (Abraspo), Confederação Brasileira de Surf (CBS) e Guinness Book – publicações Ediouro.

Para obter mais informações sobre o projeto acesse Surfandonaselva.com.br.
 
Serviço

 

Coletiva de Imprensa Expedição Surfando na Selva – Pororoca “Guinness Book”
Local: FNAC – Curitiba. Park Shopping Barigui.
Endereço: Rua Professor Pedro Viriato Paripgot de Souza, 600.
Fone: (0xx41) 2141-2000 ou (0xx41) 9958-1877.
Horário: 14:30 às 15:30hs.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)