Guilherme Villas Boas

De malas prontas

2048x1365

Guilherme Villas Boas embarca pela primeira vez ao continente africano. Foto: Divulgação.

 

Atleta de Ubatuba (SP), Guilherme Villas Boas, 17, embarca nesta semana para o Marrocos, onde disputa entre os dias 12 e 17 de setembro o Anfaplace Pro Casablanca, etapa 1500 do Qualifying Series.

 

Pela primeira vez no continente africano, Guilherme espera acumular ganhar experiência em etapas do mundial, além de surfar boas ondas.

 

“Esta será minha segunda etapa do QS. Há alguns meses fiz minha estreia na divisão de acesso durante a etapa no Peru”, conta Guilherme. Segundo o atleta, foi uma das experiências mais incríveis que ele já vivenciou no universo das competições até hoje.

 

Seu técnico, Everton Silva, avaliou a estreia do atleta no mundial como muito positiva. “O Gui foi bem e executou sempre as táticas que combinávamos antes de cada bateria. Acabou perdendo nas oitavas, sofrendo a virada nos últimos minutos de bateria, mas fez uma ótima campanha para um garoto de 16 anos, que estreia no Tour mundial profissional”, diz Everton.

 

“Infelizmente, por questões financeiras, não poderei estar com ele nessa próxima participação na etapa do Marrocos, mas acredito que se ele manter o foco, também conseguirá mais um bom resultado”, completa.

 

A estratégia do atleta é adquirir o máximo de experiência possível em eventos do QS. “Ainda não podemos confirmar, mas acredito que o Guilherme ainda fará mais uma etapa internacional ainda este ano”, conta o pai e principal patrocinador Dado Villas Boas.

 

Atualmente, Guilherme conta apenas com apoios da Zampol Surfboards, Perfect Waves e Follow Board Store. “O plano é fechar um patrocinador para o Gui até o ano que vem. Por enquanto, estamos estudando algumas propostas e financiando o sonho dele, que no momento, é entrar para a divisão de acesso do surf mundial”, finaliza o pai.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)