Daniks Fischer mostra versatilidade

Daniks Fischer (à dir.) ficou em terceiro lugar na categoria Longboard do Okdok Paulista Amador 2007. Foto: Jacob.

Depois de pegar meu tubo da vida de tow-in, no início deste ano em Jaws, o momento agora é entrar na atividade das competições.

Clique aqui para ver as fotos

Com isso, abriu-se a caixinha das disputas e recentemente conquistei dois excelentes resultados, tanto na pranchinha como no longboard.

 

Foram dois terceiros lugares seguidos. O primeiro foi na pranchinha, na semana retrasada, no Campeonato Brasileiro de Surf na Pororoca (17 a 22/4), evento realizado no rio Mearim, no município de Arari, estado do Maranhão.

Daniks e Marcelo Vaz dão aula de surf à comunidade de Arari (MA). Foto: Arquivo pessoal Daniks Fischer.

Sem dúvida, foi uma experiência marcante surfar o ?Tsunami? de rio. Com uma boa disputa com o capixaba Diogo Leão, avancei à semifinal e perdi para o maranhense Álvaro Bacana, que fez a final com o cearense Adílton Mariano, vencedor da prova.

 

Momentos incríveis marcaram esta viagem, com destaque à aula de surf que eu e o atleta maranhense Marcelo Piu ministramos às margens do rio Mearim, para crianças da comunidade local, momento em que me sensibilizei com a ação e acabei doando uma prancha do meu quiver para um jovem talento.

 

Após esse grande resultado, notei na Internet que a previsão indicava ondas grandes para o fim de semana passado (28 e 29/4), e o foco passou a ser o Campeonato Paulista de Surf Amador, na praia de Maresias, circuito no qual participo da categoria longboard.

 

A disputa começou já na hora de fazer a inscrição. Sem a vaga garantida pelo time vicentino, por não ranquear efetivamente no ano passado, a vaga foi conquistada aos 45 do segundo tempo.

 

Para minha felicidade, passei três baterias em primeiro lugar e fui à minha segunda final seguida, tendo repetido a dose anterior, ao atingir o terceiro lugar, com vitória do ubatubense Ricardo Toledo. Como bônus, vi minha querida São Vicente subir de quinto para terceiro lugar no ranking de cidades.

 

Apesar de não ganhar estes dois eventos, as duas 3ª colocações me deixaram muito contente, pois peguei altas ondas em ambos torneios, dei retorno para meus patrocinadores (Diamond Head e Mundo Viagens) e ainda cheguei a conclusão de que esforço nos treinamentos de tow-in, pranchinha e longboard dá resultados.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)