Havia muita gente esperando o WCT no Brasil com bastante expectativa. Muito mais gente ainda esperava que a etapa acontecesse com Sol e muita onda.
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Mas, o que realmente acontece quando esta combinação chega e oferece muito surf em todo o litoral? Assistir ou surfar?
Esta “encruzilhada” se torna presente na vida daqueles que têm o surf como life style, e que acompanha o Tour mundial com a tabela na mão. E não são poucos…
Pesa muito na balança ver o Slater ao vivo com condições perfeitas, em solo, ou melhor, em águas brasileiras.
Pesa muito também saber que a Silveira, entre outros picos, como a Prainha da Guarda, estão quebrando clássicos! O melhor é conciliar!
Foi o que fizeram Alemão de Maresias, Luis Saraiva e Mateus Wendt. Tocaram logo de manhã de jet-ski para um secret catarinense, para uma session treino de tow- in. E pegaram altas!
Alemão, na real, devido a uma perfuração no tímpano em uma session no Félix, ficou no pilote do jet, com a destreza de quem manja!
Saraiva e Mateus botaram pra dentro. Destaque para a onda do dia, surfada por Saraiva com um bottom turn alucinante, perseguido por 2,5 metros de onda.
Na areia, eu e Ana Paula fotografamos os moments, enquanto a Renata, namorada do Alemão, registrava as imagens em vídeo.
Dia de Sol, com arco-íris típico do Hawaii em solo brazuca, premiado com uma das paisagens mais lindas da ilha, com onda boa e grande.
E o WCT rolando, quase que esperando aqueles que saíram para perseguir o swell e voltaram para as finais com mais uma session na bagagem!
