A história se repete desde os primórdios do surfe no triângulo polinésio. O olhar inquieto na areia, a vontade de deixar de lado o estereótipo de mulher frágil e, claro, muita atitude!
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Chamadas de wahines no Hawaii, elas enfrentam até hoje o preconceito dentro d´água, mas não se deixam intimidar. Por aqui, a trajetória das surfistas não foi diferente: de Fernanda Guerra a Silvana Lima, muita água foi jorrada pra cima e muitas barreiras foram quebradas.
A jovem Jordana Martins é mais uma prova de alma dessa continuidade, estampada na rotina do free surf dia-a-dia no Rio de Janeiro.
















