Expedições

Conexão Floripa x Austrália x Indonésia

Morava na Praia Barra da Lagoa em Florianópolis (SC) e no ano de 2014 tomei a decisão de morar no exterior. Três anos se passaram e estou aqui na Austrália, estudando surfe, Jiu Jitsu, Fitness, trabalhando e surfando. Só agora tive a oportunidade de fazer a trip dos meus sonhos. 

 

Há duas semanas fiz a primeira trip de SUP para Indonésia em um lugar maravilhoso chamado Simeulue, na região de North Sumatra. Eu e meu namorado, Mauricio Cobra, saímos de Sydney para um longo caminho. Foram três voos com conexão em diversos países. Para chegar nessa Ilha remota e paradisíaca.

 

O percurso contou com algumas escalas: Austrália/ Kuala Lumpur/ Medan / Simeulue. A viagem, no total, levou 18 horas, sendo 10 só de espera no aeroporto.

 

Simeulue é uma região onde a população total é da religião muçulmana. Um lugar com pouca infraestrutura, muitos animais nativos ao redor dos vilarejos, e um povo muito carismático e feliz.

 

Nos hospedamos em uma casa (surf camp) de uma família local chamada “Casa Rina”. Foi uma das melhores escolhas que poderíamos ter feito. Eles nos receberam como se fossemos da família, ótima acomodação com direito a três refeições diárias (café, almoço e janta). Para isso foi necessário muito surf todos os dias! 

 

Uma das ondas mais perfeitas e constantes do local é chamada The Peak, conhecida também como Jackals Point, fica exatamente em frente Casarina. A onda tem o formato A-FRAME e quebra para os dois lados tanto direta como esquerda. 

 

No dia em que chegamos, final de tarde, o swell estava pequeno, porém, depois de uma longa viagem e na fissura do surf, fomos direto para The Peak, estava 3 pés divertidíssimo.

 

No dia seguinte o mar cresceu e estava bombando com ondas alucinantes chegando de 6 a 8 pés tubular, vento fraco, e isso durou até nosso ultimo dia da trip. Um verdadeiro “SONHO”! Já logo preparei meu SUP e fui direto para outra onda na região chamada Dylan Right.

 

Chegamos lá e tinha de 3 a 4 pés perfeito. Uma onda que quebra em frente uma laje de coral com uma perfeição excepcional, muito cavada com um tubo seco! 

 

O acesso à onda é um pouco arisco. Para entrar e sair não foi muito fácil. Tem apenas uma fenda na pedra onde as ondas batem constantemente, então, é preciso esperar a hora exata para entrar sem passar nenhum perrengue.

 

Eu era a única pessoa de SUP na ilha, apenas eu. Só shortboards no pico, 10 cabeças na água e alguns dias nem isso, onda sobrando pra todo mundo. 

 

O Pico é Alucinante, recomendo muito, no pouco tempo livre em que não surfamos, saímos para fazer fotos e passei dias estudando Indonesiano com a família e pessoal local. Queria agradecer: Rina e Rahmat (2pac) pelo carinho e pela ótima estadia e alimentação, a galera de Santos que saiu do Brasil e nos encontrou no pico para surfar e curtir. Ao meu namorado Mauricio Cobra que estava em todos os momentos da trip comigo, surfando e fotografando tudo! Art in Surf pelos remos, valeu cada remada! Ao meu shaper Mauricio Correa, a prancha estava no pé! Yewww!  

 

Aloha galera, valeu muito, super recomendo!

 

Qualquer pessoa que queria maiores informações sobre o pico, acomodação pode entrar em contato com a gente via e-mail: [email protected]

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De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.