Circuito Petrobras dá um gás no surf feminino

Chegou o grande dia. Muitas baterias, muitas decisões, pois são cinco categorias na reta final da competição: Pro, Open, Longboard, Mirim e Grommets.

 

Durante quase toda manhã o vento leste deu uma folga e permitiu que as atletas tivessem um bom desempenho.

 

O terceiro round da Pro abriu o dia. Foram muitas disputas até as semi-finais, onde o domínio foi das atletas nordestinas.

 

Na primeira semi, Silvana Lima venceu Tita Tavares e na segunda Alcione Silva foi melhor contra Suelen Naraísa. Na grande final, Silvana mostrou que está com surfe no pé, achou as melhores ondas e foi a grande campeã.

 

Luiza Romann fez a mala da galera. A menina foi campeã nas catergorias Mirim e Open e ficou ainda com dois títulos do circuito.

 

Destaque também para Gabriela Teixeira e Diana Cristina, a nossa “indiazinha”. Ambas  fizeram final em duas categorias.

 

A categoria Grommets provou que o surfe feminino do Brasil tem futuro. Tem muita gente pequena surfando quase como gente grande. Carolina Araújo, de Ubatuba, foi a vencedora.

 

Na categoria Longboard, Mainá Thompson, mostrou domínio e com boas manobras levou o título.

 

Entre as decisões, ainda rolou a bateria de confraternização entre quatro gerações do surfe feminino. Caíram na água: Heliana (década de 60), Roberta Borges (início dos anos 80), Brigitte Mayer (década de 80/90) e Diana Cristina (2000).

 

Este circuito é de grande importância para o crescimento do surfe feminino, incentivando cinco categorias e valorizando as causas sociais com atitudes educativas e de conscientização social.

 

Assim como eu, todas as atletas estão torcendo para que o evento tenha continuidade e que essa parceria dure por muitos anos, fortalecendo ainda mais o surfe feminino.

 

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Aloha,

 

Roberta Borges

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.