Circuito brasileiro define campeões

Se o mar ajudar o novo campeão brasileiro de surfe universitário será conhecido neste domingo (7/12) na praia de Maresias, em São Sebastião, litoral norte de São Paulo.

 

O Lui Lui Surf Festival deveria ter sido encerrado neste sábado, mas as disputas masculinas individuais foram adiadas desde quinta-feira por falta de ondas.

 

A expectativa e torcida estão voltadas para a previsão de melhora do mar para domingo, quando também deve ser conhecida a campeã brasileira individual, bem como o título geral por equipes.
       

Entre as meninas, o favoritismo é todo de Flávia Soares, aluna de Educação Física da Unimonte, que foi bem superior às rivais nas eliminatórias. Por equipes, os catarinenses são os grandes cotados ao tricampeonato e competem com um time forte, com atletas experientes. Os paulistas, também com atletas fortes, estão dispostos a quebrar a hegemonia e deixar o vice, depois de dois anos seguidos.

Aos surfistas restou apenas participar de gincanas na areia, esperando que as condições melhorem. Atletas do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte, devidamente matriculados em faculdades disputam o título, que garante um prêmio bem atrativo: um automóvel Renault e uma passagem aérea da TAM para Paris, na França.
       

“O negócio é esperar. Vamos ver se domingo o mar melhora. Pior não vai ficar”, afirma o alagoano Klinger Peixoto(FAL/ Administração Hoteleira), que viajou de Maceió para São Sebastião de carro. Nada menos que 2,6 mil quilômetros percorridos em dois dias de estrada.

 

Praticamente todo o time de Alagoas decidiu encarar a aventura. “Para vir, tudo bem, o problema é voltar”, brincou o alagoano, que no ano passado terminou o ranking brasileiro em 6o lugar.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)