
5 de junho de 2004. Saí de Jimbaram de barquinho na primeira jornada da temporada, após constatar na chegada aqui este ano que o casco precisava de reparos.
Desde então vim fazendo cuidadosamente vários reparos necessários para garantir navegações seguras. A maré estava cheia e a navegação estava tranqüila.
Na passagem por Balangan vi que o mar estava bem maior que ontem. Bingin com poucas cabeças não apresentava séries muito constantes. Ulu era o melhor lugar com séries constantes e que apesar da corwd, várias rolavam sem ninguém surfando.

Assim que a maré começou a baixar o que se viu foi um festival de tubos (na melhor das gírias) “quadrados”. Minha parceira Virgínia quis cair em Ulus enquanto fiquei no barco tirando fotos e ainda checando os lugares que precisam de mais reparos.
Vi pegou uma das grandes da série e teve sua cordinha arrebentada. Se não fosse o Made ela teria perdido a prancha. Voltamos à enseada de Jimbaram admirando os canudos que rolavam em Bingin, Dreamland, e Balangan com a maré bem mais baixa.
As fotos (ver galeria) dão uma noção do que acontecia por aqui.