Cilindros quadrados em Uluwatu

5 de junho de 2004. Saí de Jimbaram de barquinho na primeira jornada da temporada, após constatar na chegada aqui este ano que o casco precisava de reparos.

 

Desde então vim fazendo cuidadosamente vários reparos necessários para garantir navegações seguras. A maré estava cheia e a navegação estava tranqüila.

 

Na passagem por Balangan vi que o mar estava bem maior que ontem. Bingin com poucas cabeças não apresentava séries muito constantes. Ulu era o melhor lugar com séries constantes e que apesar da corwd, várias rolavam sem ninguém surfando.

 

Assim que a maré começou a baixar o que se viu foi um festival de tubos (na melhor das gírias) “quadrados”. Minha parceira Virgínia quis cair em Ulus enquanto fiquei no barco tirando fotos e ainda checando os lugares que precisam de mais reparos.

 

Vi pegou uma das grandes da série e teve sua cordinha arrebentada. Se não fosse o Made ela teria perdido a prancha. Voltamos à enseada de Jimbaram admirando os canudos que rolavam em Bingin, Dreamland, e Balangan com a maré bem mais baixa.

 

As fotos (ver galeria) dão uma noção do que acontecia por aqui.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.