Chile sedia evento matador de tow-in

A segunda edição do evento intitulado “If it can’t kill you, it ain’t extreme” (se não pode te matar, não é extremo), criado pelo big rider havaiano Garrett Mcnamara, vai rolar em agosto no Chile, na região de Arica, com patrocínio do governo local.

O prazo de espera pelas maiores ondas vai do dia 17 de agosto até o dia primeiro de setembro, com algumas das melhores duplas do planeta disputando cerca de US$ 15 mil em prêmios.

No mês passado Garrett e os surfistas Everaldo “Pato” Teixeira, Gabriel Villarán e Ramón Navarro surfaram altas ondas de cerca de 5 metros em “El Boy”, considerada pelo havaiano uma das mais perfeitas que já pegou.

As duplas convidadas pelo governo chileno são: os havaianos Garrett Mcnamara e Ikaika Kalama, os californianos Flea Virostko e Josh Loya, os taitianos Manoa Drollet e Malik Joyeux, o peruano Gabriel Villarán e o chileno Ramón Navarro e os brasileiros Everaldo “Pato” Teixeira e Sylvio Mancusi.

Umas das grandes novidades do formato idealizado por Garrett é o fato de os próprios surfistas elegerem os campeões das cinco categorias em disputa, que são: maior wipe-out (vaca), maior tubo, maior aéreo, maior e melhor onda.

 

Além disso, a segunda edição do evento terá mais uma novidade. Quem comparecer na boate Club Kama Kazi, em Arica, no dia após o término da competição, ajudará a escolher os campeões baseados nas imagens que serão exibidas em um telão.

“Esse campeonato é feito por surfistas para surfistas. Nós julgamos e também fazemos o show. Nossa maior intenção é nos divertir, sem politicagem ou desculpas”, explica Garret.

Confira a cobertura do evento no Waves e nos sites Aricaextreme.cl; Towsurfer.com; Garretmcnamara.com .

Aloha!

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.