Centro de treinamento

CBS busca apoio público

Presidente da CBS e atletas solicitam apoio público para a construção de um centro de treinamento na Bahia. Foto: Guilherme Silva.

Nilton Vasconcelos (secretário da Setre), Adalvo Argolo e Raimundo Nonato, o “Bobô”, diretor-geral da Sudesb. Foto: Guilherme Silva.

Dirigentes da Confederação Brasileira de Surf (CBS), liderados pelo presidente Adalvo Argolo, estiveram na tarde da última segunda-feira (13) na Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) da Bahia em busca de apoio do governo baiano para construção de um centro de referência de treinamento para preparação de surfistas, visando competições nacionais e internacionais.
 
A comitiva foi recebida pelo secretário da Setre Nilton Vasconcelos e pelo diretor-geral da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), Raimundo Nonato (Bobô).

Adalvo Argolo estava acompanhado dos surfistas Marcelo Alves (vice-campeão mundial no Equador e campeão brasileiro Grand Master em 2013); Bruno Galini (atleta profissional Top 5 do Brasil); Marco Fernandez (campeão brasileiro amador e melhor baiano no ranking mundial unificado ); e Bruno Maroche  (atleta revelação com bolsa da International Surfing Association-ISA).

Também participaram da reunião Gabriel Macedo (técnico da CBS) e Felipe Freitas, ex-surfista profissional e empresário de atletas como Marco Fernandez.
 
Na conversa preliminar mantida entre os gestores públicos e os dirigentes da CBS, discutiu-se que a cidade de Ilhéus, no Sul do Estado, poderia ser um dos possíveis locais para construção do equipamento, visto que a cidade é hoje referência e grande “point” do surf brasileiro. Como encaminhamento da audiência, ficou  acertado que caberá aos esportistas do surf identificar um terreno e apresentar ao Estado um projeto conceitual do equipamento esportivo.
 
Com essas informações em mãos, os dirigentes da Setre e da Sudesb comprometeram-se a buscar apoio financeiro no Ministério do Esporte para viabilizar a construção do equipamento. Uma outra possibilidade analisada foi o apoio ao projeto por meio do programa estadual de isenção fiscal, FazAtleta.

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