Itim Silva

Campeão busca apoio

 

Em Fernando de Noronha, Itim Silva mostra personalidade nos tubos. Foto: Iapa Noronha.

Um dos maiores expoentes do surf cearense e brasileiro, Itim Silva começa 2014 sem patrocinador principal. O bico da prancha do “gigante” inicia o ano em branco à espera de uma nova parceria. 

 

O ano de 2013 passou foi marcante em sua vitoriosa carreira com o inédito título de campeão cearense de surf profissional. Com performances consistentes, Itim exibiu seu arsenal de manobras fortes e progressivas, marcas registradas do atleta.

 

Para 2014, o surfista garante que está no auge de sua forma física (aos 28 anos) e apesar dos novos talentos que surgem a todo vapor no cenário do surf brasileiro, a experiência de anos de competição fazem diferença na hora das baterias. “Um iniciante vem com todo gás, mas quando sabe que vai enfrentar Itim Silva, eles ficam um pouco nervosos”, brinca Itim. “O nome pesa nessa hora”, completa.

 

O cearense relembra os três anos de parceria com a marca Tchelebraw e avalia como positivo o seu desempenho: “Costumo honrar meu patrocinador, por esse motivo minhas parcerias são duradouras. E com a Tchele não foi diferente, já que a marca sempre deu suporte para meus projetos. Saio agradecido e com a certeza de dever cumprido”.

 

Itim quer expandir seus territórios no ano da Copa do Mundo no Brasil, investindo no free surf e na produção de mídia com fotos e vídeos. “Chega uma hora que o atleta precisa se reinventar. Ainda tenho muita lenha para queimar em competições. Mas tenho projetos também na área da mídia especializada. Sabemos que hoje, uma boa imagem vale muita na divulgação de uma marca”, relata.

 

Caso alguma empresa ou empresário pretenda patrocinar o atleta, basta entrar em contato através do seu email ou através do telefone 8536-9363.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)