O Nova Schin Brazil WCT acontece sem a presença do defensor do título, o australiano Taj Burrow.

 

Por ter quebrado o pé, o aussie é obrigado a ficar fora da prova no Brasil e das duas primeiras etapas da Tríplice Coroa Havaiana, que encerram a temporada do WQS na ilha de Oahu. Burrow deve voltar apenas na última prova do WCT, o Pipeline Masters em dezembro.

 

Além de Burrow, essa foi uma dura temporada para os atletas que percorrem as melhores e mais perigosas ondas do planeta na disputa pelo título mundial.

 

O aussie Joel Parkinson também sofreu grave contusão. Ele rompeu ligamentos do tornozelo durante free surf no Japão, na época da prova do Tour naquele país.

 

Depois de se ausentar das etapas da Califórnia e França, Parko caiu da quinta para a 14a posição no ranking e busca um bom resultado no Brasil.

 

Ele passou por um programa de recuperação em Casuarina, Austrália, e acaba de participar de um evento na Nova Zelândia ao lado de Andy Irons, Sunny Garcia e Mark Occhilupo.

 

Troy Brooks, também da Austrália, é outro atleta que sofreu problemas de ligamento no tornozelo. Apesar da contusão sofrida durante bateria do Boost Mobile Pro em setembro, ele venceu o confronto mas não pode comparecer à disputa seguinte contra o norte-americano Kelly Slater, líder do circuito. Brooks já está recuperado e disputa a prova no Brasil.

 

Talvez o problema mais grave tenha sido o do aussie Toby Martin, que sofre com hérnia de disco desde a etapa da Califórnia e passou por cirúrgia nos EUA. De volta a Austrália, recupera-se numa academia esportiva de Sydney.

 

Os médicos não dão uma previsão de retorno ao atleta. Mas, se ele estiver em condições físicas, vai receber um convite da ASP (Association of Surfing Professionals) para participar da abertura do circuito 2006 na Austrália. O pernambucano Bernardo Pigmeu sofreu uma contusão na África do Sul e ficou de fora de várias etapas, mas já está recuperado e deve participar da prova.

 

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