Bruce Irons sobrevoa J Bay

A falta de ondas em Jeffreys Bay nesta quinta-feira forçou os organizadores do Billabong Pro a esperar até o último dia da janela para encerrar a sexta etapa do WCT 2005, que distribui US$ 270 mil em prêmios na África do Sul.

 

Um novo swell, previsto para ser o melhor da competição, é aguardado para a sexta-feira, quando serão realizadas as 15 baterias restantes: oito das oitavas-de-final, quatro das quartas, duas semifinais e a grande final.

 

As ondas abaixaram nesta quinta em relação a ontem, mas mesmo assim foi realizada a Fosters Expression Session em boas direitas de até 1 metro.

 

Os irmãos Andy e Bruce Irons foram os destaques ao vencer as duas categorias em disputa.

 

O caçula Bruce faturou US$ 2 mil ao executar o aéreo mais alto, enquanto o tricampeão mundial Andy embolsou US$ 1 mil depois de surfar a melhor onda da bateria.

 

Os dois agora irão se enfrentar na quinta bateria das oitavas e Andy Irons tenta o bicampeonato em J Bay.

 

O carioca Raoni Monteiro é o único brasileiro no Billabong Pro e encara o australiano Phillip MacDonald na sexta bateria das oitavas-de-final.

 

Entre os dezesseis classificados, oito são australianos, três são norte-americanos, três são havaianos, um é sul-africano e um é brasileiro na lista dos candidatos ao prêmio de US$ 30 mil oferecido ao campeão da etapa.

 

Clique aqui para ver a galeria de fotos do Billabong Pro JBay 2005.

 

Baterias das oitavas-de-final do Billabong Pro

 

1 Luke Stedman (Aus) x Luke Egan (Aus)
2 Fred Patacchia (Haw) x Timmy Reyes (EUA)
3 Lee Winkler (Aus) x Bede Durbidge (Aus)
4 Jake Paterson (Aus) x Kelly Slater (EUA)
5 Andy Irons (Haw) x Bruce Irons (Haw)
6 Raoni Monteiro (Bra) x Phillip MacDonald (Aus)
7 Joel Parkinson (Aus) x Dean Morrison (Aus)
8 Greg Emslie (Afr) x Taylor Knox (EUA)

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)