Hurley Pro

Brazucas rumo ao título

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Filipe Toledo está na semifinal do Hurley Pro 2015. Foto: WSL / Rowland

 

Os brasileiros seguem com um forte ritmo no Hurley Pro, oitava etapa do Championship Tour 2015. Depois de cinco dias paralisada, a prova voltou a entrar em cena nesta sexta-feira, em Lower Trestles, Califórnia (EUA).

Em ondas demoradas de meio metro e séries pouco maiores, Filipe Toledo, Adriano de Souza e Gabriel Medina venceram suas respectivas baterias e avançaram às semifinais.

O australiano Mick Fanning é o único estrangeiro que pode estragar a festa brasileira em Trestles. O vice-líder do ranking vai encarar Medina no segundo duelo das semis, logo depois da batalha entre Filipinho e Adriano, líder da temporada.

Na primeira bateria do dia, Filip Toledo comandou as ações no outside e deixou o aussie Joel Parkinson precisando de uma combinação de notas no total de 16.67 pontos.

Com um surf rápido e versátil, o brazuca disparou na liderança e terminou a disputa com 7.83 e 8.83 nas duas melhores ondas, contra 5.83 e 3.07 de Parko.

Na sequência, Adriano de Souza ditou o ritmo na água e não deu mole ao compatriota Wiggolly Dantas, que não conseguiu entrar em sintonia com as ondas e perdeu por 12.67 a 8.83.

O terceiro confronto reuniu os australianos Mick Fanning e Adrian Buchan. Sempre consistente, Fanning complicou a vida do amigo com uma nota 9.13 na melhor onda, totalizando 15.13 pontos, contra apenas 7.50 de Buchan.

Na última bateria das quartas, Gabriel Medina e Nat Young disputaram uma onda logo no início e o norte-americano foi punido com interferência, ficando em situação muito complicada.

Medina saiu na frente com duas notas 5.67 e Nat teve a melhor nota (6.67), mas não conseguiu surfar nenhuma outra boa onda e teve sua segunda melhor nota reduzida à metade devido à interferência.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.