Brazucas mandam bem em Haleiwa

Terminou no último domingo o 34º Haleiwa International Open, tradicional campeonato amador realizado na praia de Haleiwa, North Shore de Oahu.

 

O evento contou com participantes de diversos países, principalmente havaianos e japoneses. Foram disputadas diversas categorias, divididas entre longboard e pranchinha.

 

A surpresa foi a brilhante participação brasileira, comandada por Evaristo “Kiko” Ferreira, que ficou com o título na categoria Master (para atletas com idade entre 30 e 39 anos).

 

Em ondas perfeitas de até 1,5 metros, Kiko venceu todas suas baterias e recebeu, inclusive, nota 10 na semifinal e também na final. “Foi a primeira vez que eu participei deste evento e curti muito a vibração e amizade da galera”, disse Kiko.

 

“Nem parecia o Hawaii nervoso ao que estava acostumado. Foi muito especial para mim, pois nunca me imaginei vencendo aqui. A minha prancha do Mauro Roxo, uma 6’0 estava mágica”, afirmou Ferreira. 

 

O shaper brasileiro radicado nas ilhas, Christian Galdeano ficou com a terceira posição na mesma categoria. Na Sênior (40 a 49 anos), o também brasileiro radicado no Hawaii,  Rômulo Fonseca fez bonito e ficou com a terceira colocação numa final bem disputada.

 

“Eu esperava um resultado melhor porque peguei uma onda muito boa nos segundos finais da bateria. Mas, campeonato é isso mesmo. Haleiwa é uma onda muito especial e ter a oportunidade de competir aqui com período de espera nesta época do ano é irado. Este é um campeonato muito legal que eu pretendo competir todos os anos”, diz.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.