Mundial de bodyboarding

Brazucas garantidos nas quartas

Aussie Christian Riguccini aparece entre os destaques do Human Shark Island Pro 2008. Foto: Divulgação / IBA.

Depois do primeiro dia de competição em Shark Island, Austrália, os bodyboarders terão que esperar mais alguns dias para voltarem ao mar. Segundo as previsões, o mar deve reagir somente no final de semana.

Francisco Garritano, head-judge do evento, confirmou as informações sobre as previsões. ?Parece que só teremos evento no próximo domingo ou segunda-feira. Não há nem um swell por enquanto?, declara o juiz.

O primeiro round da prova rolou em boas condições com direitas lisas que variaram entre 1 e 1,5 metros na praia de Cronulla Point.

Mesmo com a saída dos três lideres do ranking mundial, Uri Valadão, Paulo Barcellos e Luis Villar, as expectativas para um bom resultado dos brasileiros restantes no evento são grandes.

Guilherme Tâmega é tricampeão da etapa australiana e tem grandes chances de trazer o título da etapa de volta ao Brasil.

Magno Oliveira, que também garantiu vaga nas quartas-de-final, tem bom retrospecto em ondas parecidas com as de Shark Island e tem tudo para fazer um bom papel em Cronulla Point.

Porém, a vida dos brasileiros não será nada fácil. No caminho até a decisão os atletas brazucas terão pela frente nomes como Ben Player, atual campeão mundial, a lenda do bodyboard Mike Stewart, além dos europeus Pierre Louis Costes e Amaury Laverhne.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)