Billabong Pipe Masters

Brazucas em nono

Miguel Pupo fica em nono lugar no Billabong Pipe Masters. Foto: © ASP / Cestari.

Gabriel Medina também perde na quinta fase em Banzai Pipeline. Foto: © ASP / Kirstin.

Os brasileiros Gabriel Medina e Miguel Pupo terminaram em nono lugar no Billabong Pipe Masters, última etapa do WCT 2012.

 

Clique aqui para ver o vídeo

 

Clique aqui para ver as fotos de ambiente

 

Clique aqui para ver as fotos de ação

 

Nesta sexta-feira, em ondas de até 2 metros e formação regular, a dupla perdeu os dois confrontos que disputou em Banzai Pipeline, North Shore de Oahu, Hawaii.

 

Na quarta fase, uma cena impressionante marcou o duelo entre Medina, Josh Kerr e Kelly Slater. Medina perdia sua bateria para Josh e precisava de 6.07 para virar.

Nos segundos finais, ele remou em uma craca para Pipeline e passou por dentro do canudo, mas chocou-se com a metade da prancha de Kelly Slater, que também estava no duelo e teve seu equipamento quebrado no decorrer da disputa.

Nitidamente, Medina caiu na saída devido à prancha de Slater, mas os juízes não consideraram o incidente e deram apenas 2.60 ao brasileiro, que foi parar na repescagem.

Em sua segunda tentativa de ir às quartas e repetir no mínimo o resultado do Pipe Masters 2011, Medina caiu diante de outro aussie, Yadin Nicol. Buscando sua permanência na elite mundial, Nicol investiu nos canudos do Backdoor e se deu bem, somando notas 7.33 e 5.67, contra 7.33 e 4.67 do brasileiro.

Quem também deu adeus à competição nessa fase foi Miguel Pupo. Antes de perder para Kelly Slater, Miguel caiu diante do havaiano Shane Dorian no duelo com as piores notas do dia.

O brasileiro até somou a melhor nota do duelo (4.33), mas perdeu precisando de apenas 2.20. Na quinta fase, composta pelos perdedores da fase anterior, Pupo viu Slater disparar na frente com dois belos tubos – um para o Backdoor (9.57) e outro para Pipe (8.83).

O jovem atleta acordou em grande estilo, com um lindo canudo para o Backdoor que rendeu 8.93. Porém, nos instantes finais o norte-americano carimbou a passagem às quartas com uma nota 9.70, registrando impressionantes 19.27 pontos em 20 possíveis.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)