Brazucas dominam quartas-de-final em Portugal

Neste sábado (31/08), rolaram as baterias das oitavas-de-final do O’Neill Pro, evento de nível 6 estrelas que está rolando na praia de Ribeira d’Ilhas, em Ericeira, Portugal.

 

Válida como a 29a. etapa do WQS 2002, a competição será encerrada neste domingo (01/09). 

 

Em ondas de até 1 metro, seis brazucas avançaram para as quartas-de-final.
O time verde-amarelo conseguiu mais duas dobradinhas nas ondas lusitanas.

 

Na 2a. bateria das oitavas, o carioca Victor Ribas (1o.) e o cearense Dunga Neto despacharam o norte-americano Pat O’Connell e o francês Frederic Robin (4o.), local das Ilhas Reunião.

Em seguida, numa bateria 100% brasileira, o baiano Armando Daltro e o paulista Odirlei Coutinho (2o.) avançaram juntos pela terceira vez em Ericeira. As vítimas da dupla desta vez foram o carioca Yuri Sodré e o paulista Renan Rocha, que ficou em quarto lugar no confronto.

Na 4a. bateria, o norte-americano Damien Hobgood (1o.) e o aussie Phillip MacDonald não tiveram trabalho para barrar o venezuelano Justin Mujica (3o.) e  o potiguar Marcelo Nunes.

O gaúcho Rodrigo Dornelles avançou atrás do espanhol Eneko Acero na 6a. bateria. Eles eliminaram os australianos Heath Walker e Kurt Nyholm.

A 7a. bateria foi vencida pelo carioca Raoni Monteiro, que deixou para trás o aussie Nathan Webster e os eliminados Paulo Moura (3o.) e Toby Martin, atual líder do ranking do WQS.

Na última bateria das oitavas-de-final, o potiguar Danilo Costa se deu mal, perdendo para os australianos Luke Stedman (1o.) e Jake Paterson, além do também eliminado Mark Matthews (Aus).

Baterias das quartas-de-final  

1a.) Chris Ward (Aus), Chris Davidson (Aus), Victor Ribas (Bra) e Dunga Neto (Bra)  
2a.) Armando Daltro (Bra), Odirlei Coutinho (Bra), Damien Hobgood (EUA) e Phillip MacDonald (Aus)
3a.) Ben Bourgeois (EUA), Darren O’Rafferty (Aus), Eneko Acero (Esp) e Rodrigo Dornelles (Bra)
4a.) Raoni Monteiro (Bra), Nathan Webster (Aus), Luke Stedman (Aus) e Jake Paterson (Aus)

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)