O atleta Wesley de Souza, 20, nasceu no Rio de Janeiro, mas ainda bebê mudou-se para a Flórida, Estados Unidos.

 

O atleta mora em Deerfield Beach, tem cidadania norte-americana e hoje é uma das armas da nova geração yankee no circuito mundial.

 

Esta é a primeira vez que Wesley visita a Bahia e está feliz com a oportunidade de competir em seu país de origem, rever amigos e parte da família, que ainda vive no Rio de Janeiro.

Apesar de viver nos Estados Unidos desde criança, o competidor fala português

perfeitamente.

 

“Minha mãe sempre me ajudou a não esquecer as raízes”, explica.

 

Recentemente, ele foi notícia na revista Transworld Surf, em reportagem que destaca Wesley como uma “mistura da paixão brasileira e do estilo americano”. 

 

Os primeiros passos nas competições ocorreu em circuitos regionais quando ele ainda tinha 12 anos.

 

Atualmente, apesar de disputar etapas do circuito mundial WQS, o foco de Wesley é o Mundial Pro Júnior.

 

“Este é o meu último ano na categoria e quero muito conquistar este título antes de me dedicar inteiramente ao Tour”, explica.

 

O surfista começou bem a participação no Billabong Costa do Sauípe WQS. Disputando o evento desde a primeira fase, avançou em primeiro lugar na 14a bateria do segundo round. “As ondas ainda estão difícies, mas consegui pegar uma boa e outra regular”, diz. 

 

 

 

 

 

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)