Arica Chilean Challenge

Brasileiros têm boa estreia

 

 

Capixaba Diego Estavão avança no primeiro dia de competição. Foto: Divulgação.

O Arica Chilean Challenge, válido como terceira etapa do Circuito Mundial de Bodyboard, começou na última sexta-feira com ondas sólidas de 2 metros na poderosa bancada de El Gringo, no Chile. 

 

Conhecido por ser um dos fundos de pedras mais perigosos do mundo, o campeonato chileno contou com a boa participação dos brasileiros neste primeiro dia de triagens.

 

Para começar, um susto nos brasileiros que acabou tornando-se digno de aplausos por parte da torcida que acompanhava o primeiro dia de competições. Após ser massacrado por quatro ondas e pedir ajuda no jet -ski, o capixaba Diego Estevão ocupava a quarta posição na bateria. No entanto, o brasileiro conseguiu voltar para o outside e achou uma onda da série, que lhe rendeu sete pontos e o colocou na primeira posição da bateria.

 

“Quando o público me aplaudiu na praia chegou a arrepiar. Eu estava com a adrenalina a mil, mas segui focado para a bateria. Essa é a primeira vez que viajo pra fora do país e vim para cá pensando em sempre fazer o meu melhor. Hoje (sexta-feira), consegui isso e agora tenho que me concentrar que tem muita coisa pela frente. A onda daqui é muito pesada e é preciso muito respeito na hora de encarar o mar”, revelou Diego.

 

Quem também comandou as ações neste primeiro dia foi o atual campeão nacional Israel Salas. Com uma atuação impecável, o brasileiro somou 14,45 pontos em suas duas melhores ondas e cravou a primeira posição na quinta bateria da segunda fase. Com o resultado, Israel Salas ganha ainda mais moral para as próximas fases.

 

Outro que cravou o primeiro lugar em sua bateria foi Diego Vieira. Com uma atuação sólida, o brasileiro cravou 10,51 pontos em sua bateria e também fechou o dia com a primeira posição.  Agora, neste sábado, a direção de prova fará mais uma chamada e bem possivelmente irão para água as bateiras dos Round 3, 4 e 5 das triagens.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.