Brasileiras liberadas no latino-americano

Depois de quatro anos de realização do Latino-Americano de Surf, as brasileiras estão liberadas para participar do maior circuito da América Latina.

A Associação Latino-Americana de Surf (ALAS) e a Associação Brasileira de Surf Profissional (ABRASP) chegaram a um acordo para que as brazucas integrem o circuito.

 

Inclusive, uma carta de Juca de Barros, presidente da Confederação Brasileira de Surf (CBS), destaca a importância da participação de atletas de todo continente para que o surf progrida ainda mais.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)