América do surf

Brasil e Caribe liberados

Após a realização da assembléia anual de fim de ano da Associação Latino-Americana de Surf (ALAS), que rolou durante a última etapa do tour 2005, em Porto Rico, os melhores surfistas de América Latina, junto à diretoria da ALAS, decidiram permitir que surfistas brasileiros e caribenhos participem do circuito em 2006.

 

Tanto os brasileiros como os caribenhos que não façam parte do WCT, nem do ranking profissional brasileiro SuperSurf, podem competir livremente no circuito Latino-Americano de Surf Profissional.

 

Agora, mais do que nunca, pode se dizer com total tranqüilidade que a ALAS concentra os melhores atletas do continente, procurando sempre, num ambiente de irmandade, que o esporte continue crescendo.

 

Os surfistas de Aruba, Trinidad e Tobago, Barbados, Bahamas, Jamaica, Antigua e Barbuda, Belice, Cuba, Granada, Guiana, Haití, Cristob e Nevis, San Vicente (Granadinas), Santa Lucía, Suriname, Guadalupe-Dominica-Martinica e Cuba são agora membros da ALAS, que agora passa a chamar seu circuito por Latin and Caribbean Tour.

 

Desde seu começo, em 2001, a ALAS passou por um processo de crescimento, que sem dúvidas vai se fortalecer ainda mais com este passo.

 

É o desejo e objetivo principal da ALAS que o surf latino continue crescendo, formando profissionais de nível internacional que tenham uma plataforma para seu desenvolvimento.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)