Bodysurf sem limites

Cheguei em casa às 17:30 horas depois de resolver alguns problemas em Honolulu.

 

Quando voltei o cenário era totalmente diferente.

Aqui no Hawaii é incrível.

 

O tempo muda radicalmente de uma hora para outra, o cenário de chuva transformou-se em  dia de sol e mar liso. Mas, infelizmente já estava tarde para filmar.

 

 

Nesta terça começa o Patagônia Pipeline Bodysurfing Classic, que conta com cinco  brasileiros na disputa. 

 

Os caras são sinistros, pegam ondas enormes de peito numa bancada rasa de coral. 

 

Um dos que arrebentam nos tubos de Pipe é o carioca Rodrigo Bruno, vice-campeão brasileiro e professor de Publicidade na Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro.

 

No Hawaii, Rodrigo é conhecido como “Mad Professor”. Outros brasileiros no evento são o paulista Rogério Schefler, que costuma surfar o inside de Sunset, uma direita pesada e perigosa;

 

João França, atual campeão brasileiro; Alexandre Lima, o Ferrugem, e o carioca Henrique Pistilli. Todos mandam muito bem nas pesadas e perigosas ondas de Pipeline.

 

O espírito dessa galera é surfar o mais livre possível de equipamento. Henrique Pistilli normalmente é visto apenas de sunga e pés-de-pato na areia. A primeira vez que o vi foi despencando em Pipeline.

 

O bodysurf é uma modalidade bem antiga, conhecida por muitos como ?jacaré?. “Mad Professor” surfa há 35 anos e diz que a sensação de liberdade dentro de um tubo é muito maior, mas como no surf, tem o perigo dos corais – sempre perto do atleta.

 

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Aloha

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

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