Bodyboarders detonam nas morras

#O bodyboard em ondas como Jaws, Cortez Bank e Mavericks ainda engatinha, apesar de atletas como Mike Stewart e Alistair Taylor já terem enfrentado condições muito pesadas.

Na verdade, parece difícil e complicado a prática do esporte nas morras, pois quicam muito e praticamente não manobram. Nunca são vistos aéreos e back flips nestas condições.

Já dropei ondas grandes 15 a 20 pés, mas não gigantes porque ainda não tive a oportunidade de cair em mares com mais de 20 pés.

A preocupação geralmente é não cair da prancha, ainda mais em mares balançando, pois a prancha pula muito e a velocidade é muito alta.

Porém, novos materiais e shapes podem ser desenvolvidos e revolucionarem o esporte nas ondas gigantes, junto com uma nova linha de onda e atitudes insanas permitindo aéreos e tubos jamais vistos. Se conseguirmos fazer isto, o surf estará desbancado literalmente!

#Primeiro desbancamos os surfistas em lugares como Pipe, Teahupo’o e Shark Island e imagina se conseguirmos nas maiores do mundo?!

Seria irado! Mas, essa hitória de desbancar é brincadeira. E também não seria fácil…

Na verdade, precisamos nos unir a eles, pois os surfistas já tem grande conhecimento no tow-in e no big surf e podem nos ajudar muito.

Atletas como Carlos Burle, Rodrigo Resende, João Capilé estão correndo atrás e conseguiram grandes feitos.

O big surf está em alta e grandes quantidades de dinheiro rolam na premiação de eventos como o Big Trip e o Nissam X Terra.

“Atitude nos momentos mais insanos!”

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.