#Luiz “Duda” Cláudio Ferreira Júnior, 28 anos, conheceu o bodyboard aos 14 anos na cidade de Santos, situada no litoral paulista.
Depois disso ele não parou mais. Atualmente, pratica Town-In no Hawaii, local onde reside.
Ele treina com o Power Surf Team, equipe brasileira especializada na modalidade, que conta com a participação dos big riders Carlos Burle e Romeu Bruno.
Qual é o seu tipo preferido de onda?
No Brasil gosto de Paúba e no Hawaii de Pipeline e Off The Wall.
Em quais picos você pratica Town-In no Hawaii?
Em Castle Rock, Havalanches, Keana Point e Phanthon’s.
Qual foi o maior mar que você já surfou?
Praticando Town-In já peguei ondas de 8 a 10 pés, e remando dropei ondas de até 15 pés em Waimea.
Qual é o limite para você?
Até onde for a vontade de Deus.
Como é praticar Town-In em mar mexido?
É muito mais difícil ter o controle da prancha, no drop e da cavada. Talvez, com uma prancha mais adequada, seja um pouco melhor.
Quais são suas melhores lembranças?
Um tubo em Pipeline com 8 pés, um drop em Waimea, e um tubo seguido de rollo em Off the Wall.
Comente um pouco a estrutura da equipe Power Surf Team.
No Hawaii, a equipe possui um barco e três jet skis muito bons, além de equipamentos de resgate e rádios.
Quais são os seu patrocinadores?
Conto com a marca de óculos Mantra e a Bad Boy.
Quais as pranchas que você tem utilizado?
Tenho uma Mike Stewart 42.25, modelo E 6 (para mares grandes), uma Gênesis 41,50 para mares menores e uma Toobs 42. E também estou fazendo uma prancha nova com o Ben Serverson, desenvolvida especialmente para a prática do Town-In.
Quais são seus planos para o futuro?
Que Deus me abençoe e proteja. Quero viajar para o México no ano que vem. Pretendo também ir para Maui no fim do ano e ser o primeiro brasileiro a surfar lá de bodyboard.
Mande um recado para a galera.
Acreditem sempre no seu potencial, treinem e entregue o resto a Deus, pois como está na Bíblia, “tudo posso naquele que me fortalece”.