Grommet

Billabong aposta em Kian Martin

Apesar de nascer na Suécia, Kian Martin mora desde pequeno em Bali. Foto: Divulgação Billabong.

O surfista Kian Martin, 12, é o mais novo integrante da equipe Grommet da Billabong. O atleta nasceu na Suécia, mas sempre morou em Bali, Indonésia. 

 

Filho de mão sueca com o brasileiro David Martin, surfista e professor de surf, Kian já é seguido de perto pela Billabong há muito tempo.

 

“Kian recebe apoio da Billabong desde os cinco anos, pois sempre observamos seu talento durante as viagens à Indonésia. Mas agora ele está oficialmente  no nosso time, como atleta patrocinado”, afirma Zé Paulo Ferreira, team manager da Billabong no Brasil.

 

Apesar da pouca idade, Kian já acumula oito, de seus 10 anos, em cima da prancha. Além de Bali, ele pretende surfar em picos como o Hawaii, Austrália e as Ilhas Mentawai.

 

Com estilo próprio e especializado em tubos, ele apresenta tranquilidade e habilidade para surfar em bancadas de coral muito rasas e afiadas.

 

O patrocínio ao surfista faz parte do projeto da marca de fomentar novos talentos e incentivar a juventude. “Estamos investindo em surfistas jovens porque formamos nossos próprios atletas, que no futuro se tornam ícones da marca. O resultado do desenvolvimento desse trabalho é visto ao longo do tempo, como é o caso de Peterson Crisanto e Yan Daberkow que estão conosco desde os 11 anos de idade e hoje são duas promessas da equipe global da nova geração”, conta Zé Paulo.

 

Para saber mais, acesse o site da Billabong

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.