O paulista Vítor Faria está de volta às atividades depois de sofrer uma lesão na coluna cervical.
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“Estava treinando muito, remando demais, de pranchinha e Stand Up Paddle, fazendo muita travessia”, conta Vítor.
Com o excesso de esforço e a contusão na cervical, o atleta do Guarujá perdeu a força no braço esquerdo e teve fortes durante três meses.
O atleta é bastante versátil. Já representou o Brasil no Mundial Pro Junior na Austrália e atualmente faz bonito em ondas grandes e tubulares.
Com o apoio do preparador físico Ricardo Vilalva e dos fisioterapeutas André e Marquinhos, o guarujaense preparou seu retorno aos treinos.
Vítor faz ainda um trabalho funcional com Teko Shisato e pratica Yoga com o professor Carlos.
O big rider abriu mão de pegar um swell no Chile com o parceiro Rodrigo Koxa, mas voltou a enfrentar as morras nesse mesmo swell, que posteriormente chegou ao Peru.
“O surf no Peru foi muito bom. O contato novamente com a massa de água em Pico Alto serviu para me dar segurança. Assim, nos próximos swells eu posso ir com tudo”, diz Vítor.
O atleta frequenta o Tahiti desde 2000. Lá, comprou um jet ski e possui uma família que o acolhe como um filho em todas as temporadas.
Durante suas passagens pelo arquipélago, o atleta pegou muitos tubos em Teahupoo, tanto na remada quanto no tow in.
Para quem não sabe desde o ano de 2000 até 2010, fui para o Tahiti onde comprei um jet e tenho uma família que me acolhe todos esses anos como um filho .Tenho muita intimidade com as ondas no tahiti, teahupoo, durante todos esses anos peguei muitos tubos na remada e de tow in.
Em 2008, encarou pela primeira vez as bombas de Maverick’s, Califórnia (EUA). “Passei um mês com o meu parceiro Koxa. Ficamos na casa do nosso grande amigo Alex “Blau”. Por sorte rolou um big swell na remada e pegamos altas ondas”, lembra Vítor.
Em 2010, Vítor surfou um swell gigante em Ubatuba, litoral Norte de São Paulo. Em uma laje local, dropou uma onda linda. “Acho que foi uma das maiores já registrada no Brasil. Só não participei do Prêmio Greenish por não ter essa onda filmada, só fotografada”.