Beachley Classic entra no Tour

A próxima parada do WCT Feminino é o Havaianas Beachley Classic, cujo prazo de espera começa nesta segunda-feira em Manly, Sydney, Austrália.

 

A prova tem a maior premiação da história do circuito feminino, distribuindo US$ 100 mil para as melhores atletas do mundo e é organizado pela hexacampeã mundial Layne Beachley.

 

“Este evento tem o meu nome e o de Manly. Realizá-lo com sucesso é mais importante para mim do que conquistar o título mundial. Há muita expectativa em torno desta competição”, explica Layne Beachley.

 

A catarinense Jacqueline Silva está escalada na quinta bateria, contra Layne Beachley e a havaiana Rochelle Ballard. No sexto confronto, é a vez de a cearense Silvana Lima encarar a aussie Samantha Cornish e a havaiana Megan Abubo.

Melanie Redman-Carr é a líder do ranking mundial. Layne está em segundo e busca o  sétimo título mundial. Campeã de 2005, Chelsea Georgeson ocupa o terceiro lugar.

 

Além do Havaianas Beachley Classic, ainda rolam duas etapas da primeira divisão no Hawaii. A prova australiana premia a campeã com US$ 20 mil e 1,2 mil pontos no ranking. A segunda colocada embolsaUS$ 10 mil e 972 pontos.

 

A triagem da prova promete pegar fogo com a norte-americana Leilani Gryde, a francesa Pauline Ado, a neozelandesa Airini Mason, bem como as australianas Stephanie Gilmore, Nicola Atherton, Sally Fitzgibbons, Kirra Townsend, Angela Keighren, Melissa Burt, Pauline Menczer, Jess Grimworld, Elle Black.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)